quinta-feira, 1 de setembro de 2011

jesus a alegria dos homens

jesus a alegria dos homens

jesus é a alegria dos homens, a humanidade exulta em sua vinda a este mundo;
uma humanidade já desesperançosa por tanto revéz, lutas e dissabor.
cristo abrindo mão de sua essência divina veio-nos trazer alento e conforto pras nossas dores.
um lapso de tempo que veio da eternidade, o menino, o homem, o Deus que é o princípio, o meio e o fim de todas as coisas.
o alfa e o ômega, o primogênito dentre os mortos.
aquele o qual a morte não reteve em seus aguilhões.
Jesus cristo, o filho de Deus, Emanuel, o Deus conosco;
a raiz de Davi, o messias, o escolhido, de quem falavam os profetas da antiguidade.
aquele que pisou na cabeça da serpente cumprindo assim a profecia adâmica.
sua primeira vinda foi expiação, dor e sacrifício;
a segunda será de grande glória...
o rei dos reis, aquele que vive e reina para todo o sempre, amém.

de: carlos max

mateus é o Único livro do Novo Testamento que foi escrito originalmente em hebraico.*

Comentário:

O evangelho segundo São Mateus tem em mira dar testemunho de que Jesus é o prometido Messias da antigüidade, e que sua tarefa messiânica consistia em levar aos homens o reino de Deus. Estes dois temas - a messianidade de Jesus e a presença do reino de Deus - estão inseparavelmente vinculados, e cada um deles engloba um "mistério"- uma nova revelação do propósito redentor e divino. (Leia Romanos 16:25, 26). O mistério da missão messiânica está que antes que o Messias venha nas nuvens, como celestial Filho do Homem, para estabelecer seu reino sobre a terra, deve primeiramente vir com humildade entre os homens, como o Servo sofredor que morrerá na cruz. O judeu do primeiro século jamais tinha ouvido tal coisa. Para o crente da atualidade, o capítulo 53 de Isaías relata com meridiana clareza os sofrimentos do Messias. Contudo, nesta passagem não se faz referência ao Messias, e o contexto (Isaías 48:20; 49:3) cita especificamente a Israel como servo de Deus. Portanto, não devemos surpreender-nos com o fato de que os judeus não compreendessem que o capítulo 53 de Isaías se referia ao Messias. Esperavam um Messias que viesse com poder e vitória, e o Antigo Testamento promete, em realidade, tal Messias. O Filho de Davi é um Rei divino que governará no reino messiânico (Isaías 9:11; Jeremias 33), quando todo o pecado e todo o mal serão tirados, e prevalecerão a paz e a justiça. O Filho do Homem é um Ser celestial a quem é confiado o governo sobre todas as nações e reinos da terra. O Antigo Testamento não nos diz de que forma se relacionam entre si estes dois conceitos proféticos do Rei davídico e do celestial Filho de Deus, ou de que modo cada um deles pode ser identificado com o Homem de dores do capítulo 53 de Isaías. Portanto, os judeus do primeiro século esperavam um Messias vencedor, ou um Filho do Homem, porém celestial, e não um Servo humilde do Senhor, que sofreria e morreria. O mistério messiânico - a nova revelação do propósito divino - consiste em que o celestial Filho do Homem deve primeiro sofrer e morrer em cumprimento de sua missão messiânica e redentora, como o Varão de dores, antes de apresentar-se com poder e glória.

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