quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

A glória da segunda casa



O senhor nos diz para não desistirmos, para continuarmos fazendo o que agrada aos seus olhos, pois ele vê nosso esforço e sabe o quanto é difícil vivermos neste mundo.
Ele melhor do que ninguém sabe nossos limites e nos promete riquezas infindáveis se formos fiéis, não só material, mas espiritual, e assim sua paz assim reinará em nossos corações com a certeza de que estamos realmente fazendo a sua vontade. Se desprenda das memórias saudosistas e pare de sentir saudades do que já passou, porque ele nos promete que a glória da segunda casa será maior do que a primeira.
Deus te abençoe.

(Carlos Eduardo)

A desobediência de Saul

Saul acumulou desobediência sobre desobediência, no relacionamento com o Senhor. Como resultado, o Senhor o puniu, retirando dele o apoio divino. O profeta Samuel deixou bem clara a coerência da postura divina: “O glorioso Deus de Israel não mente, nem muda de ideia. Ele não é um ser humano e, por isso, não se arrepende” (I Samuel 15:29).

A explicação de Samuel deve ser aceita como definitiva. Nenhum líder bíblico ostenta uma biografia tão longa e tão profunda de conhecimento de Deus e de obediência ao Senhor. Ao conscientizar o rei Saul da sua crescente atitude de desrespeito à orientação divina, Samuel não atribui a Deus a decadência do primeiro rei do povo hebreu. Ao afirmar que o Senhor “não se arrepende”, o profeta enfatiza um princípio bíblico: “Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá” (Gálatas 6:7).

Os textos bíblicos foram escritos para ajudar os leitores humanos a conhecer ao Senhor. Não será de estranhar, portanto, encontrarmos na Bíblia expressões como “as mãos do Senhor”, “o coração do Senhor”, “a ira do Senhor” – são termos humanos, tentando nos dizer que o Senhor ajuda, que sente, que desaprova. Reduzir Deus às características humanas é uma postura que contraria a transcendência e a infinitude do Senhor. Deus não se arrepende.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Manipulação genética-brincando de Deus



Animais humano Híbridos estão sendo criados em laboratórios em todo o planeta você sabia? Os cientistas de todo o mundo estão criando animais humanos extremamente bizarros.

Ao longo da última década tem havido
alguns avanços deslumbrantes na capacidade de modificação genética
Hoje é verdadeiramente possível para estudantes universitários criarem uma nova espécie, felizmente as leis não possibilitam um ritmo
maior com esses avanços ainda, porém em muitos lugares há muito poucos
limites sobre o que os cientistas estão autorizados a fazer
neste campo.

Esses animais humanos-híbridos são extremamente assustadores
estão sendo mantidos e criados nos laboratórios em todo o planeta
e este é apenas o material de vídeo que pode ser
mostrado publicamente.

Você pode imaginar os tipos de experimentos doentios que
estão ocorrendo nos cantos escuros desses laboratórios secretos que
ninguém sabe nem que existem,
ou o que aconteceria se essas criaturas fugissem para a vida selvagem,
iniciando assim uma superpopulação?

Até que ponto poderíamos controlar isso?
Seria quase impossível, com certeza.

Cientistas parecem muito ansiosos para testar os
limites do que é possível para a ciência e suas novas tecnologias
que estão desencadeando uma catástrofe que poderá ter
conseqüências desastrosas que nenhum de nós jamais sonhou em ver.
Eu sou Apocalipse total, confira também nosso blog:

http://apocalipseverdadetotal.blogspot.com.br/

Matéria e informações Extraídos e adaptadas de :
Science journal forced retract article lining

Science journal forced retract article lining

Valores Espirituais e Valores Suínos


Mateus 8:34 - E eis que toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus e, vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse dos seus termos. 

Chegando à região de Gadara, pela primeira vez Jesus enfrenta demônios e os expulsa de dois homens, que moravam em um cemitério. O Mestre deu permissão e os demônios, ao deixar os homens, entraram em porcos do lugar, os quais correram para o “lago e se afogaram”. “Então, todos os moradores daquela cidade saíram para se encontrar com Jesus e, quando O encontraram, pediram com insistência, que fosse embora da terra deles” (Mateus 8:34). O anticlímax não poderia ser descrito de forma mais dramática. Aos a descrição muito vívida do sofrimento de dois endemoniados, cidadãos de Gadara, obrigados a viver no cemitério da região, pensar-se-ia que a cura de ambos seria festejada por todos. “Aleluia: duas pessoas sofridas encontraram, finalmente, sua cura e libertação. Obrigado, Jesus!”. Só que nada disso aconteceu. A cura de dois cidadãos custou a morte de muitos porcos. Assim, forçados a escolher entre a vida econômica da região e a vida saudável de dois conterrâneos, os “moradores da cidade” ficaram do lado da economia. E expulsaram Jesus...
Que é que vale mais? A saúde dos cidadãos ou a fábrica local, que dá empregos e envenena o ar? Um sistema que possibilite pais e mães terem mais tempo juntos com a família, ou um regime de trabalho exigente, que afaste todos os familiares mas garanta um alto nível de consumismo? O que vale mais? A cultura dos bens e do prazer, ou a cultura de Jesus Cristo, que expulsa os demônios de nossa sociedade possessiva?

Pr. Olavo FeijóPastor Olavo Feijó, nascido em 1930, é Bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, licenciado em Pedagogia pela UERJ, Mestre em Educação Cristã e Doutor em Educação, pelo Southwestern Seminary, Estados Unidos, e Pós-Doutor em Psicologia Desportiva, pela Universidade de Maryland, Estados Unidos. Professor Titular de psicologia, especialista em Percepção e Motivação. Foi pastor no Brasil e nos Estados Unidos. Consultor de relacionamentos humanos. Autor e co-autor de vários livros. Foi professor no Seminário Batista do Sul do Brasil e em universidades no Brasil, Estados Unidos, Paraguai e Chile. Casado com a psicoterapeuta Dra. Cristina Feijó.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

.: O que pensa Deus sobre o aborto?

.: O que pensa Deus sobre o aborto?: Hoje sem querer me deparei com um debate em uma rádio na internet sobre o aborto, onde uma médica discutia o assunto com internautas, e e...

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O julgamento humano

Momentos vem e vão na vida, erramos, acertamos e tentamos aprender, mas nem todo caminho é fácil e nem todas as escolhas são perfeitas. É fácil julgar alguém por seus erros, e há quem diga que se conhece alguém por seus atos, mas o difícil é ver que os atos não mostram quem uma pessoa realmente é, pois se estes atos forem feitos apenas para impressionar de nada valerão no futuro. Os atos só mostram quem uma pessoa realmete é com o tempo, pois as atitudes mudam com o passar dos anos e uma pessoa não será sempre aquela que se mostra ser e a qual você pensa que é por seus atos para sempre se realmente isso não estiver no íntimo de seu coração. Assim você poderá se surpreender com os resultados de seu próprio julgamento que é humano, e  Por isso é falho assim como as atitudes de quem você julgou.

(Carlos Eduardo)

"Deus não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém Deus vê o coração." (1Samuel 16:7)

 

 

Mecanismo de defesa

Em um determinado momento na vida iremos testemunhar fatos que nunca pensararíamos que iria acontecer em nossa realidade, simplesmente por que nós vivemos em um mundo imaginário o qual é totalmente diferente da realidade, e quando isso acontece choca agente, pois o nosso mecanismo de defeza é sonhar.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Vida após a morte


Esta afirmação parte das recentes declarações públicas do renomado cientista norte-americano Robert Lanza, que sustenta a hipótese de que a morte nada mais é do que um ilusão da nossa consciência que, por sua vez, se encarrega de determinar a forma e o tamanho de todos os objetos do Universo. De acordo com Lanza, que trabalha como professor na Universidade de Medicina de Wake Forest, na Carolina do Norte, "a vida é... apenas a atividade de carbono e uma mistura de moléculas; vivemos durante um certo tempo e depois apodrecemos sob a terra".    No entanto, a morte, segundo o pesquisador, apenas existe para nós, porque os humanos anteriores "nos ensinaram a acreditar que morremos". Neste sentido, a morte não seria nada mais do que uma teoria sem fundamentos e que não pode ser comprovada. Sua teoria sobre o biocentrismo propõe que não existem razões para acreditar que a morte deva ser tão terminal como se acredita. E a biologia, ou seja, a vida, cria a realidade do Universo, e não vice-versa. Desta maneira, a morte, como um corte terminal, não pode existir.    Apesar disso, Lanza admite que o corpo morre, o que é irrefutável. Porém, isso não é suficiente para explicar a existência da morte. Se realmente o espaço e o tempo são ferramentas na nossa mente, coordenadas pela nossa consciência, então a imortalidade existe de fato em um mundo sem limites de espaço e tempo. Esta possibilidade é tratada em teorias da física, pelas ideias de "multiversos", ou seja, múltiplos universos possíveis, em que diversas situações ocorrem de maneira simultânea. Se tudo o que pode acontecer, acontece em alguns destes planos, então, explica Lanza, a ideia da morte não tem sentido de maneira real. Mas então o que acontece quando o nosso corpo morre? "Simplesmente, nossa vida de transforma em uma flor constante que volta a florescer no Universo". - See more at: http://noticias.seuhistory.com/renomado-cientista-afirma-que-existe-vida-depois-da-morte#sthash.TvwhA6T0.dpuf

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"Por que Deus permite desastres naturais?"


Por que Deus permite terremotos, tornados, ciclones, tsunamis, furacões, deslizamentos e outros desastres naturais? O tsunami no final de 2004 foi uma tragédia na Ásia, o furacão Katrina em 2005 na região sudeste dos EUA e os deslizamentos de 2006 nas Filipinas fizeram com que muitas pessoas questionassem a bondade de Deus. É agoniante quando pessoas se referem a desastres naturais como "atos de Deus" quando nenhum "crédito" é dado a Deus por anos, décadas e até mesmo séculos de clima pacífico. Deus criou o universo e as leis da natureza (Gênesis 1:1). A maioria dos desastres naturais são o resultado dessas leis funcionando. Ciclones, furacões e tornados são resultados de leis do estado atmosférico que são divergentes e colidem. Terremotos são o resultado da estrutura da base da terra se deslocando. Um tsunami é causado por um terremoto debaixo d’água.

A Bíblia proclama que tudo subsiste em Jesus Cristo (Colossenses 1:16-17). Deus pode prevenir desastres naturais? Com certeza! Deus às vezes influencia o clima? Sim, veja Deuteronômio 11:17 e Tiago 5:17. Será que Deus às vezes causa desastres naturais como julgamento contra o pecado? Sim, veja Números 16:30-34. O livro de Apocalipse descreve muitos eventos que com certeza poderiam ser descritos como desastres naturais (Apocalipse capítulos 6,8 e 16). Será que todo desastre natural é uma punição de Deus? Absolutamente não!

Da mesma forma que Deus permite que pessoas más cometam atos de maldade, Deus permite que a terra demonstre as consequências do pecado sobre a Criação. Romanos 8:19-21 diz: “A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus. Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.” A Queda da humanidade em pecado afetou tudo, incluindo o universo onde habitamos. Tudo na criação está sujeito à “vaidade” e “corrupção”. O pecado é a causa principal para os desastres naturais, da mesma forma que é a causa principal para a morte, doenças e sofrimento.

Podemos entender por que as catástrofes naturais ocorrem. O que não entendemos é por que Deus permite que ocorram. Por que Deus permitiu que o tsunami matasse mais de 225.000 pessoas na Ásia? Por que Deus permitiu que o furacão Katrina destruísse as casas de centenas de milhares de pessoas? Por um lado, esses eventos abalam a nossa confiança na vida e nos obrigam a pensar sobre a eternidade. As igrejas são normalmente preenchidas depois de desastres quando as pessoas percebem quão frágeis suas vidas realmente são e como a vida pode ser tirada em um instante. O que podemos saber é que... Deus é bom! Há tantos milagres surpreendentes que acontecem ao mesmo tempo dos desastres naturais – prevenindo uma quantidade ainda maior de mortes. Desastres naturais causam milhares de pessoas a reavaliarem as suas prioridades na vida. Centenas de milhões de dólares em ajuda são enviados para as pessoas que estão sofrendo. Os ministérios Cristãos têm a oportunidade de ajudar, ministrar, aconselhar, orar – e levar pessoas a terem fé em Cristo! Deus pode trazer – e assim o faz – coisas boas dessas terríveis tragédias (Romanos 8:28).

terça-feira, 12 de novembro de 2013

I JOÃO 2

1 Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.

2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.


O amor fraternal  

3 E nisto sabemos que o conhecemos; se guardamos os seus mandamentos.

4 Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade;

5 mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele;

6 aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.

7 Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes.

8 Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.

9 Aquele que diz estar na luz, e odeia a seu irmão, até agora está nas trevas.

10 Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há tropeço.

11 Mas aquele que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas, e não sabe para onde vai; porque as trevas lhe cegaram os olhos.


A separação do mundo  

12 Filhinhos, eu vos escrevo, porque os vossos pecados são perdoados por amor do seu nome.

13 Pais, eu vos escrevo, porque conheceis aquele que é desde o princípio. Jovens, eu vos escrevo, porque vencestes o Maligno.

14 Eu vos escrevi, meninos, porque conheceis o Pai. Eu vos escrevi, pais, porque conheceis aquele que é desde o princípio. Eu escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e já vencestes o Maligno.

15 Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.

17 Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.


Os anticristos  

18 Filhinhos, esta é a última hora; e, conforme ouvistes que vem o anticristo, já muitos anticristos se têm levantado; por onde conhecemos que é a última hora.

19 Saíram dentre nós, mas não eram dos nossos; porque, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; mas todos eles saíram para que se manifestasse que não são dos nossos.

20 Ora, vós tendes a unção da parte do Santo, e todos tendes conhecimento.

21 Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.

22 Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse mesmo é o anticristo, esse que nega o Pai e o Filho.

23 Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.

24 Portanto, o que desde o princípio ouvistes, permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também vós permanecereis no Filho e no Pai.

25 E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.

26 Estas coisas vos escrevo a respeito daqueles que vos querem enganar.


A unção do Espírito Santo  

27 E quanto a vós, a unção que dele recebestes fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como vos ensinou ela, assim nele permanecei.

28 E agora, filhinhos, permanecei nele; para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança, e não fiquemos confundidos diante dele na sua vinda.

29 Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

E aí

Meu blog

NASA: DESCRIÇÃO BÍBLICA SOBRE A CRIAÇÃO É “CIENTIFICAMENTE PRECISA”

A ciência e a religião por muitas vezes tem versões diferentes para os mesmos fatos, e em muitas questões, as teorias se opõem completamente ao que a Bíblia diz.
Uma pesquisa encomendada pela NASA acaba de dar sentido ao versículo 2 do primeiro capítulo de Gênesis: “E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo”.
Dados coletados por um satélite científico protoplanetário, que circunda o sistema estelar CoKu Tau 4, na constelação de Touro, levaram à conclusão de que planetas como a Terra se formam na escuridão de refugo e detritos da sua estrela central, coincidindo com a descrição do livro de Gênesis, que prega que o planeta era sem forma e vazio em seus estágios iniciais de desenvolvimento.
Os cientistas da NASA afirmaram ainda, segundo informações do PRNewsWire, que a descrição bíblica do livro de Gênesis é “incrivelmente precisa, tendo em vista o fato de que a palavra hebraica traduzida ‘dia’ (yom) pode significar vários períodos de tempo, e não apenas um período de 24 horas”, o que coincidiria com o relato bíblico de que Deus criou o mundo em “dias”.
Essas descobertas da Nasa também revelaram que como um planeta amadurece dentro de seu casulo empoeirado de forma gradual, acaba sugando toda a poeira entre ele e o sol, o que seria compatível com o que o livro de Gênesis diz no versículo três: “Haja luz”, que a ciência trata como “Luz difusa”.
Segundo o PRNewsWire, somente nos últimos estágios de formação do planeta, a luz do sol, já existente, a lua e as estrelas seriam visíveis da Terra: “Esta informação corresponde a Gênesis 1:16, para o dia quatro da criação, quando se olha pelo contexto do idioma hebraico. ‘E Deus passou a fazer (‘a-sah’) os dois grandes luminares [...] e também as estrelas’. A palavra hebraica ‘a-sah’ não significa criar, mas sim para realizar, ou levar a termo”, escreveu Paul Hutchins no portal.
Os dados da NASA mostram que a Terra foi formada a partir de resíduos e detritos do sol, e que a luz surgiu lentamente em etapas, na forma exata que foi descrita em Gênesis, e fazendo a passagem bíblica ser reconhecida como “cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original, o hebraico”.

''Lapso no tempo'' - NASA Comprova Fato Bíblico

NASA Comprova Fato Bíblico (fato verídico)
Dione Marcos 
Matéria Publicada em 07/01/2007 às 5:02:29 PM
Um programa especial da NASA nos Estados Unidos, recentemente provou a veracidade de um fato na BÍBLIA o qual até sempre se considerou como um mito. Harold Hill, presidente da Companhia Curtis de Baltimore - Maryland - e conselheiros do programa espacial, refere o seguinte achado: Uma das coisas mais incríveis que Deus fez entre nós, sucedeu recentemente com nossos astronautas e pesquisadores científicos em Green Belt - Maryland.
Estavam verificando a posição do Sol, a Lua e dos Planetas para saberem onde se encontrariam dentro de cem anos e também nos próximos mil anos. Estes dados tornam-se indispensáveis para poder-se enviar satélites ao espaço e evitar que choquem com alguma coisa uma vez
que estejam em órbita.
Deve-se projetar a órbita levando em consideração o tempo de vida do satélite ao mesmo tempo se conhecer às posições dos planetas para que os satélites não venham a ser destruídos. Foram feitos os computadores percorrerem, através dos séculos e de repente pararam.
O computador principiou a emitir um sinal vermelho de alerta, indicando que existia algum erro nas informações que lhe haviam
sido fornecidas e com os resultados comparativos com as normas estabelecidas.
Resolveram chamar o departamento de manutenção para fazer-se uma revisão geral e os técnicos chamados comprovaram que a aparelhagem encontrava-se em perfeitas condições.
O diretor operacional da IBM indagou qual seria o problema e para
sua surpresa a resposta foi: "Encontramos que falta um dia nos dados do universo do tempo transcorrido na história".
Ficaram matutando e por mais que procurasse não encontravam resposta.
Na equipe de pesquisadores havia um cristão que disse: "Uma vez,num estudo que fiz da bíblia, ouvi que o Sol parou". Os demais presentes não o acreditaram, mas como não tinham nenhuma resposta disseram-lhe:
- Mostre-nos, onde isso está escrito. Ele pegou a Bíblia e leu
no Livro de Josué 10:12-14, algo verdadeiramente inacreditável para qualquer pessoa com "senso comum".
Nesse trecho DEUS disse a Josué: "Então Josué falou ao Senhor,
no dia em que o Senhor entregou os amorreus na mão dos filhos de Israel, e disse na presença de Israel: Sol, detém-se sobre Gibeom, e tu, lua, sobre o vale de Aijalom.E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no livro de Jasar? O sol, pois,se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro. E não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele, atendendo o Senhor assim à voz dum homem; pois o Senhor pelejava por Israel."
Os engenheiros do Programa Espacial exclamaram: "É esse o dia que nos faltava".
Rapidamente verificaram nos computadores, retrocedendo no tempo chegando a época descrita na Bíblia e descobriram que se aproximavam, porém não era todo o tempo exato.
O lapso que faltava na época de Josué era de 23 horas e 20 minutos e não de um dia completo. Leram novamente a Bíblia e ali dizia "Quase um dia inteiro" (Josué 10-13) essas pequenas palavras na Bíblia
são muito importantes. Parte do problema fora resolvido. Entretanto faltavam 40 minutos. Isto ocasionava um grande problema. Se não
se encontrassem esses 40 minutos, havia discrepâncias nos cálculos espaciais devido a que os minutos se multiplicavam muitas vezes
nas órbitas. O mesmo cristão lembrou que há um trecho na Bíblia onde
se menciona que o Sol RETROCEDEU.
Seus companheiros de trabalho disseram-lhe que ele estava ficando louco, entretanto, permitiram que lhes mostrasse no Segundo Livro dos Reis 20:8-10 onde a Bíblia diz que Ezequias, que estava moribundo, foi visitado pelo profeta Isaias, o que lhe disse que ele não morreria.
Ezequias não acreditou e pediu-lhe por uma prova dizendo-lhe: Adiante a sombra dez graus ou retrocederás dez graus, mas que a sombra não volte os dez graus. Dez graus são exatamente 40 minutos. Assim 23 horas e 20 minutos, mais os 40 minutos em Segundo dos Reis, completam às 24 horas que os homens do Programa Espacial tiveram de complementar a história como o dia que faltava no Universo.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Cristo: A Mortificação do Pecado


Toda lascívia (desejo mau) é um hábito depravado, que continuamente inclina o coração para o mal. Em Gênesis 6:5, temos uma descrição de um coração no qual o pecado não foi mortificado: "era continuamente mau todo desígnio do seu coração". Em todo homem não convertido, há um coração que não foi mortificado e que está cheio de uma variedade de desejos ímpios, e cada um desses desejos está continuamente clamando por satisfação.

Concentrar-nos-emos apenas na mortificação de um desses desejos. Este desejo (pense no pecado que mais lhe atrai) é uma disposição forte, habitual, e profundamente enraizada, que inclina a vontade e os sentimentos para certo pecado em particular. Uma das grandes evidências de tal desejo mau é a tendência para se pensar nas diversas maneiras de gratificá-lo (veja Rom. 13:14). Este hábito pecaminoso (ou seja, a lascívia ou desejo mau) opera violentamente. "Fazem guerra contra a alma" (1 Ped. 2:11) e buscam tornar a pessoa um "prisioneiro da lei do pecado" (Rom. 7:23). Ora, a primeira coisa que a mortificação efetua é o enfraquecimento deste desejo mau, de modo que se torna cada vez menos violento nos seus esforços para provocar e seduzir a pecar (veja Tiago 1:14,15).

A esta altura, é preciso que se faça uma advertência. Todos os desejos maus têm o poder de seduzir e provocar alguém a pecar, porém parece que não têm, todos eles, o mesmo poder. Há pelo menos duas razões pelas quais alguns desejos maus parecem ser muito mais fortes do que outros:

a)      Um desejo mau pode ser mais forte do que outros na mesma pessoa e também mais forte do que o desejo numa outra pessoa. Há muitas maneiras pelas quais este poder e vida extras são dados, mas especialmente isso ocorre por meio da tentação.

b)      A ação violenta de alguns desejos maus é mais óbvia do que a de outros. Paulo sublinha uma diferença entre impureza e todos os outros pecados. "Fugi da impureza! Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer, é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo" (1 Cor. 6:18). Isso significa que pecados dessa natureza são mais facilmente discerníveis do que outros. Contudo, uma pessoa com um amor desordenado pelo mundo pode estar debaixo do poder desse desejo mau (embora esse poder não seja tão óbvio) tanto quanto outro homem que é cativado por um desejo mau ou por uma imoralidade sexual.

A primeira coisa, então, que a mortificação efetua é um enfraquecimento gradual dos atos violentos do desejo mau, de modo que seu poder para impelir, despertar, perturbar e deixar a alma perplexa seja diminuído. Isso é chamado de crucificar "a carne, com as suas paixões e concupiscências" (Gál. 5:24). Esta linguagem é muito gráfica, como se pode ver na seguinte ilustração:

Pense num homem pregado numa cruz. A princípio o homem se esforçará, lutará e clamará com grande intensidade e poder. Depois de certo tempo, à medida em que vai perdendo sangue, seus esforços se tornam fracos e seus gritos baixos e roucos. Da mesma maneira, quando um homem se propõe a cumprir seu dever de mortificar o pecado, há uma luta violenta; todavia à medida em que a força e a energia do desejo mau se esvai, seus esforços e gritos diminuem. A mortificação radical e inicial do pecado é descrita em Romanos, capítulo 6, e especialmente no versículo 6:

"Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem" - para qual propósito? - "para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos ao pecado como escravos".

Sem esta mortificação inicial e radical, realizada mediante união com Jesus Cristo, como descrita em Romanos, capítulo 6 (no próximo capítulo diremos mais sobre isto), uma pessoa não pode fazer progresso na mortificação de um único desejo mau. Uma pessoa pode dar pauladas no mau fruto de uma árvore má até ficar esgotada, porém enquanto a raiz permanecer forte e vigorosa nenhum grau de espancamento impedirá que a raiz produza mais frutos maus. Esta é a tolice que muitas pessoas praticam quando se dispõem com todo fervor a quebrar o poder de qualquer pecado em particular, sem realmente atacar e ferir a raiz do pecado (como acontece quando um cristão é unido a Jesus Cristo).

- por John Owen (1616-1683)
Fonte: Josemar Bessa

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos?



Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?

As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22). Outros defendem práticas erradas nas igrejas (mulheres pregando, todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante.

Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro. Considere:

Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação deles envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo!

Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19).

Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.
O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48).
–por Dennis Allan

É a Bíblia verdadeiramente a Palavra de Deus?


Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós. Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus? Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O Pesquisador Cristão: A BÍBLIA É MAIS SÁBIA QUE A CIÊNCIA.

O Pesquisador Cristão: A BÍBLIA É MAIS SÁBIA QUE A CIÊNCIA.: A BÍBLIA É MAIS SÁBIA QUE A CIÊNCIA. Desafiamos você que é ateu, ou mesmo que não crê nas narrativas bíblicas a ler este arti...

SENSACIONAL!!...CADA DIA QUE PASSA FICO MAIS E MAIS FÂ DESTE DEUS TÃO MARAVILHOSO!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O que é ateísmo?


Resposta: Ateísmo é o ponto de vista de que Deus não existe. O ateísmo não é uma novidade. O Salmo 14,escrito por Davi por volta de 1000 a.C., menciona o ateísmo: “Diz o insensato no seu coração: Não háDeus”. Estudos recentes mostram um número crescente de pessoas se tornando atéias, com 10% daspessoas do mundo inteiro declarando-se aderentes ao ateísmo. Então, por que mais e mais indivíduos estãose tornando ateus? O ateísmo é realmente a posição lógica que os ateus afirmam ser?

Por que o ateísmo sequer existe? Por que Deus simplesmente não se revela para as pessoas, provando que Ele existe? Certamente, se Deus aparecesse, todos acreditariam Nele! O problema com esta idéia é que não é a vontade de Deus convencer as pessoas de que Ele existe. A vontade de Deus é que as pessoas acreditem Nele por fé (2 Pedro 3:9) e aceitem o Seu dom da salvação (João 3:16). Sim, Deus poderia aparecer e demonstrar de uma vez por todas que Ele existe. O problema é que Deus claramente demonstrou a sua existência diversas vezes no Antigo Testamento (Gênesis capítulos 6-9; Êxodo 14:21-22; 1 Reis 18:19-31). As pessoas acreditaram que Deus existe? Sim! Elas viraram as costas para os seus caminhos maus e passaram a obedecer a Deus? Não! Se uma pessoa não está disposta a aceitar a existência de Deus por fé, então ela definitivamente não está pronta para aceitar Jesus Cristo como seu Salvador por fé (Efésios 2:8-9). Esta é a vontade de Deus - que as pessoas se tornem cristãs, não simplesmente teístas (aqueles que acreditam que Deus existe).

A Bíblia nos diz que a existência de Deus deve ser aceita por fé. Hebreus 11:6 declara: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. A Bíblia nos lembra de que nós somos abençoados quando nós acreditamos e confiamos em Deus pela fé: “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29).

O fato de que a existência de Deus deve ser aceita por fé não significa que acreditar em Deus seja algo ilógico. Existem diversos bons argumentos para a existência de Deus. Por favor visite a nossa página “Deus existe?”. A Bíblia ensina que a existência de Deus é claramente vista no universo (Salmos 19:4), na natureza (Romanos 1:18-22) e nos nossos corações (Eclesiastes 3:11). Dito isso, mais uma vez, a existência de Deus não pode ser provada, ela deve ser aceita por fé.

Ao mesmo tempo, deve-se ter a mesma fé para acreditar no ateísmo. Afirmar “Deus não existe!” é afirmar que se tem o conhecimento de absolutamente tudo o que pode ser conhecido – e de ter ido em todos os lugares possíveis do universo – e de ter testemunhado tudo o que poderia ser visto. É claro, nenhum ateu faria estas exatas afirmações. No entanto, isso é essencialmente o que eles estão afirmando ao dizer que Deus não existe. Os ateus não podem provar, por exemplo, que Deus não vive no centro do Sol ou debaixo das nuvens de Júpiter, ou em alguma nebulosa distante. Isto não pode ser provado, então não pode ser provado que Deus não existe. É necessário ter a mesma quantidade de fé para ser um ateu quanto para ser um teísta.

Então, estamos de volta ao mesmo ponto. O ateísmo não pode ser provado e a existência de Deus deve ser aceita por fé. Eu acredito fortemente que Deus existe. Eu prontamente admito que a minha crença na existência de Deus é baseada em fé. Ao mesmo tempo, eu fortemente rejeito a idéia de que a crença em Deus é ilógica. Eu acredito que a existência de Deus pode ser claramente vista, distintamente sentida e ser provada filosófica e cientificamente necessária. Mais uma vez, para mais informações visite a nossa página “Deus existe?”. “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra, se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até os confins do mundo” (Salmos 19:1-4).

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