domingo, 23 de junho de 2013

A Caixa-Preta de Darwin



ACADEMIA EM DEBATE
Programa de entrevistas, da chancelaria da Universidade, que aborda temas acadêmicos relacionados a confessionalidade.

A Caixa-Preta de Darwin


“O desafio da Bioquímica à Teoria da Evolução”. Esse é o subtítulo de um livro publicado pelo professor de bioquímica da Universidade Lehigh (Pensilvânia, EUA), Michael Behe: A Caixa Preta de Darwin (Jorge Zahar Editor, 1997). Nele, o autor desafia a teoria da evolução com o que chama de sistemas de complexidade irredutível.

Usando como exemplo desses sistemas a visão, a coagulação do sangue, o transporte celular e a célula, Behe demonstra convincentemente que o mundo bioquímico forma um arsenal de máquinas químicas, constituídas de peças finamente calibradas e interdependentes. Para que a teoria da evolução fosse verdade, deveria ter havido uma série de mutações, todas e cada uma delas produzindo sua própria maquinaria, o que resultaria na complexidade atual.

Mesmo não sendo um criacionista, o professor Michael Behe argumenta que as máquinas biológicas têm que ter sido planejadas – seja por Deus ou por alguma outra inteligência superior.

Para ilustrar suas idéias, ele usa a analogia da ratoeira: “Suponhamos, por exemplo, que queremos fabricar uma ratoeira. Na garagem, podemos ter uma tábua de madeira velha (para a plataforma ou base), a mola de um velho relógio de corda, uma peça de metal (para servir como martelo) na forma de uma alavanca, uma agulha de cerzir para segurar a barra, e uma tampinha metálica de garrafa, que julgamos poder usar como trava. Essas peças, no entanto, não poderiam formar uma ratoeira funcional sem modificações excessivas e, enquanto elas estivessem sendo feitas, as partes não poderiam funcionar como ratoeira. Suas funções anteriores as teriam tornado impróprias para quase qualquer novo papel como parte de um sistema complexo.”

O autor complica ainda mais as coisas para o darwinismo ao perguntar: como se desenvolveu o centro de reação fotossintético? Como começou o transporte intramolecular? De que modo começou a biossíntese do colesterol? Como foi que a retina passou a fazer parte da visão? De que maneira se desenvolveram as vias de sinalização da fosfoproteína?

“O simples fato de que nenhum desses problemas jamais foi tratado, para não dizer solucionado”, conclui Behe, “constitui uma indicação muito forte de que o darwinismo é um marco de referência inadequado para compreendermos a origem de sistemas bioquímicos complexos”.

Quando o livro Origem das Espécies foi publicado, no século passado, os pesquisadores não imaginavam a enorme complexidade dos sistemas bioquímicos. Esse campo foi aberto em nosso século, quando Watson e Crick descobriram a forma de hélice dupla do ADN (ácido
desoxirribonucléico), revelando os segredos da célula. Com isso, os bioquímicos vislumbraram um mundo de cuja complexidade Darwin nem sequer suspeitava.

O lado mais infeliz disso tudo, diz Behe, é o fato de que “numerosos estudantes aprendem em seus livros a ver o mundo através de uma lente evolucionista”, mas “não aprendem como a evolução darwiniana poderia ter produzido qualquer um dos sistemas bioquímicos notavelmente complicados que tais textos descrevem”.
A raiz do preconceito de alguns para com a religião remonta ao século 19, quando o clima do racionalismo e do materialismo acabou implantando uma nova ordem social. As pessoas estavam saturadas de tradicionalismo. Naquele momento, só lhes interessavam novidades, não importando seu fundamento. Assim, o pensamento evolucionista acabou se infiltrando nas demais ciências, e vem sendo amplamente difundido nas escolas e nos meios de comunicação.

Segundo Michael Behe, “a compreensão resultante de que a vida foi planejada por uma inteligência é um choque para nós no século 20, que nos acostumamos a pensar nela como resultado de leis naturais simples”. Porém, ele lembra que outros séculos “também tiveram seus choques, e não há razão para pensar que deveríamos escapar deles”. É tempo de abrir a caixa-preta de Darwin.

Michelson Borges

Os iluminati-as reuniões fechadas do Clube de Bilderberg

No começo deste mês, aconteceu a reunião anual do clube de Bilderberg, um grupo internacional que reúne as pessoas mais poderosas e influentes do mundo, vinculadas à política, economia e mercado financeiro. O encontro, apontado por opositores como uma reunião onde ocorrem pactos secretos para o "domínio mundial", teve a participação de aproximadamente 140 pessoas e aconteceu em um luxuoso hotel, em Hertfordshire, no Reino Unido. O encontro é realizado anualmente em localidades variadas. Não são feitos registros em ata e tampouco se sabe o que é discutido e quais decisões são tomadas. Todo esse silêncio acaba, obviamente, provocando teorias da conspiração. De acordo com o jornalista David Ike, que há anos investiga este clube, na agenda de discussões estão temas como um acordo político para tratar do tema da vida extraterrestre e viagens espaciais. Ike também tem se encarregado de divulgar assuntos como a "carta dos Anunakis" - grupo de divindades a quem os sumérios creditavam o seu conhecimento - e também a seita Iluminati. A ligação dos integrantes do Bilderberg com estas especulações ganha ainda mais força diante de reuniões tão sigilosas entre pessoas de tanta influência no nosso mundo atual. O nome Bilderberg é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, na Holanda. Artigo relacionado La Vanguardia - See more at: http://noticias.seuhistory.com/reunioes-fechadas-do-clube-de-bilderberg#sthash.iDiB0tsM.piiIKYgh.dpuf