domingo, 15 de maio de 2016

Sexo com robôs - A degradação humana

http://ichef.bbci.co.uk/news/ws/660/amz/worldservice/live/assets/images/2015/09/16/150916133406__85487859_true_companion_mg_0900.jpg


desbotada e surrada pelo uso, é coisa do passado. Coisa de museu ou, na pior das hipóteses, para você esconder no fundo do seu armário. A indústria do sexo também evoluiu e arranjou uma forma um pouco mais elaborada de atender quem procura um pouco de prazer solitário. Afinal, quem vai querer um pedaço de plástico e borracha quando é possível fazer sexo com um robô que simula reações humanas?


Parece loucura ou o roteiro de um filme da série Emanuelle, mas é algo que já acontece por aí e que aquece a cama (e as noites) de muita gente mundo afora. E não é uma coisa pontual, já que há mais de uma empresa por aí fornecendo modelos robóticas para atender aos mais variados fetiches e vontades de seus usuários. O mais impressionante é que todas elas possuem feições assustadoramente humanas, além de uma pele bastante realista e algumas até respondem a certos estímulos e carícias.


A Roxxxy, por exemplo, faz pequenos movimentos e ainda conversa com seu parceiro quando ele toca em seu corpo. Diz estar excitada quando apertam seus seios e conta com variações de personalidade de acordo com o gosto do cliente. Prefere um robô safadinha ou aquela mais recatada?

Não que você precise apresentar para a família, mas fica a seu critério, assim como o visual da sua acompanhante. O único problema é que elas custam caro, muito caro. O modelo fabricado pela True Companion chega a custar US$ 7 mil — cerca de R$ 26 mil na cotação atual.

Este vídeo mostra um pouco do uso dos robôs na atualidade e também no futuro próximo.